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O que que é isso? – Emagrezendo – EP 11

outubro 5, 2008

 

Veja a Segunda Temporada – O Que que é isso?, acesse este link.

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Funerária condenada por vender caixão maior que o morto

setembro 25, 2008

Funerária condenada por vender caixão maior que o morto
Fonte: Jvaonline
 
 
DA REDAÇÃO – A funerária Renascer foi condenada a indenizar a dona de casa Ocione Aparecida Ventura da Silva em R$ 10 mil por danos morais e R$ 1,1 mil por danos materiais, após vender para ela um caixão maior do que o necessário para o enterro de seu irmão.

Segundo a dona-de-casa alegou no processo, o falecido media 1,77 metros, mas, aproveitando de seu momento de fragilidade, a funerária a teria convencido da necessidade de se comprar um caixão de 2,20 metros.

Ainda de acordo com ela, o tamanho da urna teria provocado vários constrangimentos durante o velório e obrigado a compra de um novo jazigo no cemitério, já que o que possuía, em tamanho padrão, não comportava a medida.

Em sua defesa, a funerária alegou que “a medida do falecido foi feita quando o mesmo tinha 17 anos, e é sabido que o ser humano cresce até os 21 anos”. Por este motivo, a exumação do corpo seria “o único meio de comprovar que o cadáver tinha mais de 1,90m”.

Ao decidir, o juiz Wanderley Salgado de Paiva ressaltou que, segundo informações do perito, “a urna utilizada para sepultamento era maior do que a recomendada para indivíduos de estatura de 1,80 centímetros ou menos”, conforme especificações dos fabricantes.

O cemitério Parque da Esperança também foi processado por Ocione, que alegou que a instituição teria uma parceria com a funerária. No entanto, o juiz entendeu que as duas empresas não possuem qualquer relação jurídica e não condenou o cemitério.

A decisão foi tomada em 1ª Instância e cabe recurso.
 
Fonte: Redação JVA

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Internacional

abril 18, 2008

Globalizada, a prostituição se transforma na escravidão do século 21
O tráfico de mulheres com fins sexuais supera o da droga em lucros

Luis Izquierdo
Em Madri

No cartaz de neon está somente “Club”. O resto todo mundo já sabe. Dentro podemos encontrar mulheres do leste europeu, latino-americanas, africanas. As asiáticas ainda são minoria na Espanha. É o pouco que conhecemos do tráfico internacional de mulheres e sua exploração sexual, o segundo negócio clandestino do mundo em lucros -entre US$ 7 e 12 bilhões anuais-, depois da venda de armas e à frente das drogas; e, segundo a ONU, a escravidão do século 21.

Nos demais países da Europa ocidental a situação se repete, embora com matizes diferentes. O sexo, como se fosse uma mercadoria qualquer, já é um produto global nas mãos das redes do crime organizado. Quatro milhões de mulheres são vendidas todos os anos como um produto, na maioria dos casos para exercer a prostituição a milhares de quilômetros de suas casas.

Os trabalhos feitos pela ONU nos últimos anos permitiram detectar 127 países como lugares de origem, 98 como territórios de trânsito e 137 países de destino.

Mas só alguns que sofrem especialmente o flagelo do crime organizado se aprofundaram o suficiente para averiguar até que ponto esse é um fenômeno global. María Isabel Nieto Jaramillo, vice-ministra do Interior da Colômbia, explicou para os delegados de um encontro promovido pela ONU e realizado recentemente em Viena que o tráfico de pessoas representa a saída anual de 45 mil a 50 mil mulheres de seu país.

As intensas investigações realizadas pelos diferentes corpos de segurança da Colômbia detectaram as rotas e descobriram destinos tão remotos quanto a China, Tailândia, Cingapura ou Filipinas, onde há uma importante demanda de mulheres colombianas.

A agência da ONU para o Combate às Drogas e o Crime Organizado (Unodc) detectou que nos últimos dois anos parte do mercado do sexo procedente da Ásia, que até agora terminava na Europa, foi desviado para países do Oriente Médio e da África, onde a demanda de prostitutas estrangeiras é crescente.

Na Nigéria, a polícia também identificou as rotas por onde passa o tráfico de mulheres e como algumas, que antes passavam pela Líbia, chegam a se prostituir na Arábia Saudita. O investigador nigeriano Osita Ogbu, do Instituto de Estudos Internacionais de Lagos, expôs nesse primeiro Fórum da Iniciativa Global da ONU contra o Tráfico de Pessoas como em países como a Itália entre 60% e 80% das estrangeiras que exercem a prostituição procedem desse país subsaariano.

Mas, como acontece com o conjunto da imigração, a Nigéria não é só um lugar de partida das mulheres, mas também de trânsito e inclusive de chegada. Só dentro desse gigantesco país de cerca de 135 milhões de habitantes calcula-se a venda anual de 15 milhões de crianças para empregá-las no trabalho infantil, a maioria delas meninas, algumas das quais terminam nos prostíbulos.

O tráfico internacional de mulheres é, para colocar de maneira crua, um dos negócios do futuro para os grupos do crime organizado. É assim porque na maioria dos países de origem é penalizado brandamente, porque as vítimas raramente se atrevem a denunciar seus captores devido a sua situação irregular e porque a demanda permite rendas muito elevadas com pouco risco para os proxenetas.

Segundo os estudos reunidos pela Declaração sobre a Prostituição na Espanha, do Congresso dos Deputados, cada trabalhadora sexual dá a seu explorador na Europa cerca de 100 mil euros anuais. E cada um deles exerce seu domínio sobre 20 a 25 mulheres.

Na Espanha, nove em cada dez prostitutas são originárias de países distantes, segundo estimativas da Guarda Civil. A maioria procede do leste da Europa. Muitas outras da América Latina e da África subsaariana. Os mais de 2,5 milhões de espanhóis que se confessam clientes habituais do sexo proporcionam aos “empresários” do setor cerca de 45 mil euros anuais por prostituta.

A ONU alerta sobre o efeito perverso das vítimas que assumem o papel de exploradoras. Um caso investigado no ano passado na Grécia confirmou a suspeita de que algumas mulheres obrigadas a se prostituir deixaram de fazê-lo para se transformar em recrutadoras de novas prostitutas.

Kristin Kvigne, subdiretora da Interpol para o tráfico de pessoas, explicou a dificuldade extra que representam casos desse tipo. “Uma vítima transformada em membro da organização nunca denunciará o que viveu e permite que os verdadeiros responsáveis pela rede se mantenham à distância das investigações policiais”, explicou.

Mas o principal problema que enfrentam as polícias de todo o mundo é a escassa informação sobre o fenômeno e a ausência de colaboração sobre um delito que em muitos lugares continua sendo uma questão menor.

Conseguir dados confiáveis sobre o alcance e os fluxos do tráfico de mulheres é o principal objetivo da iniciativa criada pela ONU, e a necessidade de melhorar a cooperação internacional é a conclusão mais relevante do encontro.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

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Noticiário

abril 7, 2008

Linux As urnas eletrônicas que serão usadas nas eleições municipais de outubro terão um novo sistema operacional. No lugar do Windows, será usado o software livre Linux. O TSE autorizou a substituição de todas as 430 mil urnas já compradas. Outras 50 mil foram adquiridas com o novo sistema. O objetivo, segundo o tribunal, é dar mais transparência e confiabilidade ao processo eleitoral. Além do sistema de votação, o Linux será usado, também, na totalização de votos, na transmissão de dados e na divulgação do resultado das eleições.

De acordo com reportagem publicada neste sábado (5/5) no site de notícias G1, só este ano, o TSE espera economizar de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões com a mudança. Nos próximos 10 anos, a expectativa é de uma economia de até R$ 15 milhões. “Como o Linux é um programa livre, não é preciso pagar licença”, explicou o diretor-geral do tribunal, Athayde Fontoura Filho.

A legislação eleitoral determina que todos os programas de informática usados nas eleições brasileiras sejam abertos à fiscalização por parte do Ministério Público Eleitoral, da Ordem dos Advogados do Brasil e dos partidos políticos. Por conta disso, a partir deste sábado e até setembro, técnicos credenciados dos partidos, da OAB e do Ministério Público poderão acompanhar o desenvolvimento dos programas de informática que serão usados nas eleições.

Outra novidade será a utilização de urnas biométricas (em que o eleitor poderá ser identificado por meio de suas impressões digitais) nos municípios de Fátima do Sul (MS), Colorado D´Oeste (RO) e São João Batista (SC). Os três municípios servirão de “piloto” para a implementação da leitura biométrica em todo o país. O TSE quer excluir a possibilidade de uma pessoa votar no lugar de outra — que hoje ainda existe. A expectativa é que em 10 anos todos os estados tenham urnas biométricas.

Revista Consultor Jurídico, 5 de abril de 2008

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Arquivos em Flash na rede podem conter ameaças

abril 6, 2008

Fonte: Folha Online

GUSTAVO VILLAS BOAS

FlashBonitinho, mas talvez ordinário. O Flash, responsável por divertidas animações na internet, pode ser uma grave ameaça. “Ele também é usado em sistemas de autenticação bancária”, entre outros recursos de segurança, lembrou Rich Cannings, engenheiro de segurança do Google, durante sua palestra na Conferência CanSecWest, no Canadá.
O problema é que, segundo Cannings, o tocador de multimídia é ultrapopular, “tem mais penetração que o Internet Explorer e o Firefox”. Isso o torna um terreno fértil para ser explorado por criminosos.
E uma falha, consertada há dois meses pela Adobe, responsável pelo programa, continua ainda viva em milhares de arquivos para o Flash espalhados pela internet, segundo Cannings. Criminosos virtuais podem explorar a vulnerabilidade para reencaminhar usuários para sites com conteúdo malicioso.
Para o usuário final, ele recomendou a atualização do software. A última versão, a 9, pode ser baixada gratuitamente no site www.adobe.com/products/flashplayer.
Vídeos
A todo momento tem um novo programa tocador de vídeo, os tipos de arquivo se multiplicam e pouca gente liga para a origem dos filmes baixados para os micros.
Essa mistura pode ser uma grande ameaça à segurança do seu computador, segundo Mark Dowd e John McDonald, ambos da IBM Internet Security Systems.
“A mídia está em todo lugar. Na pirataria da internet, no YouTube e aparecendo em equipamentos como o TiVo”, disse Dowd. “E pouca gente se preocupa em ser invadido enquanto assiste a um filme.”
Segundo os especialistas, os softwares e, principalmente, os codecs (programas que codificam e decodificam os arquivos de vídeo) aparecem a todo momento e possuem uma ampla superfície para a caça de falhas que podem sem exploradas por criminosos.
Ao usuário final, cabe a atenção na origem do conteúdo que vai ser baixado na máquina –muitos criminosos podem pegar uma carona de um suposto conteúdo pirata– e o cuidado com a atualização dos softs de visualização dos filmes.

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Estádio Ipatingão

abril 6, 2008

 ESPORTES
 
12/11/2007 , 21:25:09 
Ipatingão comemora  seu Jubileu de Prata

IpatingaoIPATINGA – Esta terça-feira (13) é um dia especial para os ipatinguenses. Precisamente nesta data, o Estádio Municipal Engenheiro Epaminondas Mendes Brito, chamado carinhosamente de ‘Ipatingão’, comemora 25 anos desde a sua inauguração.

A data pode ser festejada com uma emoção ainda maior se o Ipatinga Futebol Clube der de presente ao município e seus torcedores a conquista antecipada da vaga para a Série A do futebol nacional em 2008, no jogo programado para as 20h30, contra o Marília, pela 36ª rodada do Brasileiro da Série B.

Com a vitória e conseqüente classificação do Tigre, a cidade de Ipatinga e seus moradores ganharão dois belos presentes neste 13 de novembro. Em 3º lugar da tabela, com 58 pontos, basta uma vitória do Tigre para agraciar o Estádio e os ipatinguenses.

Para o aniversário do Estádio que é administrado pela prefeitura, o prefeito de Ipatinga, Sebastião Quintão, participa de um ato solene, com descerramento da placa comemorativa e execução do Hino Nacional, às 20h, no hall do Ipatingão. Uma logomarca comemorativa para o estádio também foi criada para a homenagem dos 25 anos, que está estampada em postais e nas camisas dos jogadores.

O Ipatingão foi inaugurado no dia 13 de novembro de 1982, com um jogo amistoso entre a Seleção de Ipatinga e o Cruzeiro, apitado pelo árbitro Antônio Gomes (o “Marcha-a-ré”), que atualmente trabalha no Mineirão. Entre os bandeirinhas estavam Orlando Barbosa (hoje funcionário da Liga de Desportos de Ipatinga) e José Fernandes Barbosa (vereador de Ipatinga em exercício pelo PSB).

O placar presenteou o time convidado, que venceu a Seleção de Ipatinga por 3 a 0, com dois gols de Eudes e um de Ivan. A primeira rede a ser balançada foi a do lado da Avenida Burle Marx. Na ocasião, não houve cobrança de ingressos e acredita-se que houvesse mais de 35 mil pessoas presentes. Seria o recorde, se o número tivesse sido computado em roletas, o que não ocorreu.

O nome do estádio, antes chamado informalmente de ‘Lamegão’ (numa alusão ao ex-prefeito João Lamego Netto), foi substituído através da Lei 780, de dezembro de 1982. Foi uma homenagem ao trabalhador e legislador ipatinguense Epaminondas Mendes Brito.

Epaminondas foi funcionário da Usiminas como engenheiro e vereador na 5ª legislatura da Casa, de 1977 a 1983. Presidiu o Legislativo em 1978.

Nascido no dia 30 de dezembro de 1942, Epaminondas morreu com apenas 39 anos, em 1981, devido a um tumor no cérebro, que seria conseqüência de um acidente automobilístico anterior. Na ocasião, era diretor-financeiro da hoje extinta CURVA – Companhia Urbanizadora do Vale do Aço.

O 3º maior estádio de futebol de Minas Gerais tem recebido grandes jogos do futebol mineiro e nacional nos últimos anos. Pela sua ótima estrutura física, clubes mineiros escolhem o estádio ipatinguense como a segunda casa, quando há necessidade de transferência das partidas. É utilizado também pelo Social Futebol Clube em jogos mais importantes, já que a capacidade do estádio do clube, Louis Ensch, em Coronel Fabriciano, não atende em certas partidas.

Até a sorte é atribuída ao Ipatingão. A superstição é um dos motivos que influencia um time famoso da capital mineira na escolha o estádio como local de suas partidas fora de casa. O Atlético Mineiro nunca perdeu em confrontos no Ipatingão.

Recorde de público
O recorde oficial de público do estádio foi no confronto clássico entre Atlético e Cruzeiro, em 7 de abril de 1996, pelo Campeonato Mineiro, quando abrigou mais de 25 mil torcedores que presenciaram a vitória do time alvinegro por 2 x 1, de virada.

O Ipatingão está capacitado pela FIFA a sediar partidas nacionais e internacionais. Além do Campeonato Mineiro, já foi palco de clássicos de importantes competições como Taça Sul-Minas, Campeonato Brasileiro, Copa Mercosul e Copa do Brasil, com transmissão ao vivo realizada pelas principais mídias eletrônicas.

No início deste ano, foi implantado no estádio, pela administração municipal, o serviço de internet sem fio para atender à imprensa, sendo o primeiro estádio no país a oferecer a tecnologia na cobertura dos jogos.

O sistema possibilita a transmissão on-line das partidas pelos meios de comunicação, facilitando o envio de textos e fotos pelos repórteres.

Irrigação moderna
Com dimensões de 110m x 75m, o Ipatingão possui um dos mais bem cuidados gramados do país e um moderno sistema de irrigação subterrânea. O também chamado “Gigante do Parque Ipanema” tem capacidade para 30 mil espectadores, mas em adequação ao Estatuto do Torcedor, permite a lotação de 25.511 torcedores sentados.

Possui 25 cabines para a imprensa, 20 lugares na Tribuna de Honra, 200 lugares nos camarotes, quatro vestiários para clubes, um vestiário para árbitro, dois placares eletrônicos, departamento médico, salas para a Polícia Militar e para a Federação Mineira de Futebol.

Para o atendimento ao público, o estádio conta com oito bares, 30 guichês de bilheteria, oito banheiros públicos, 80 vagas para estacionamento no hall, 600 vagas de estacionamento para o público.

Conta também com subestação de energia própria de 600 KWA, iluminação do gramado de 240.000 W/450 LUX e carrinho maca elétrico. Outro trabalho importante realizado pelo atual governo foi a cobertura do caminho para autoridades, imprensa e convidados, com material acrílico, desde o hall principal até a região das cabines e boxes.

Fonte:Redação Jva

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1º de Abril – Dia da Mentira

abril 1, 2008

São várias as brincadeiras relatadas sobre o dia da mentira.

Uma das explicações para o dia 1o de abril ter se transformado no dia da mentira, seria proveniente de uma brincadeira surgida na França. A brincadeira teve início no ano de 1564, quando o rei da França Carlos IX, decretou que o ano fosse iniciado no dia primeiro de janeiro, o que gerou uma confusão muito grande, pois não havia os meios de comunicação para propagação da nova data.

Desde o início do século XVI, o Ano Novo era comemorado no dia 25 de Março, data que assinalava a chegada da primavera. As festas tinham duração de uma semana e terminavam no dia 1o de Abril. Dia esse que, antes do decreto citado acima era reconhecido como início do ano e depois passou a ser conhecido como dia da mentira por motivo das brincadeiras que eram feitas para provocar risos.

As brincadeiras, chamadas pelos franceses de plaisanteries, apareceram por todo o mundo, como por exemplo, a da carta, que se enviava por um portador designada a outra pessoa, na qual continha a seguinte frase: “Hoje é primeiro de abril. Mande este burro para onde ele quiser ir”. Outra brincadeira valia-se de mandar cartas convidando amigos para o casamento de pessoas que não se conheciam, nestas eram indicados todos os detalhes sobre o casamento fictício.

No Brasil a data começou a ser propagada em Pernambuco, onde circulou “A Mentira” em 1o de Abril de 1848, que noticiava sobre o falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. “A Mentira” saiu pela última vez em 14 de Setembro de 1849, esta solicitava aos credores um acerto de contas proposto em um local inexistente, que se realizaria no dia 1o do ano seguinte.

O dia da mentira não ocorre ao mesmo tempo em todo mundo. A data é pouco conhecida por pessoas que não vivem no ocidente.

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Internet Sem Fio

março 28, 2008

As redes sem fio podem acabar parando no banco dos réus. Vários países andam discutindo leis para punir quem pega carona no Wi-Fi do vizinho. Estados Unidos e Inglaterra lideram as discussões.

Nos Estados Unidos, surgiu até uma proposta de três anos de prisão ou pagamento de fiança de mil dólares para o “crime”. Se a rede em questão tiver senha e for hackeada, a pena é maior: dez anos no xadrez ou 10 mil reais de fiança.

Mas a tendência, por enquanto, é que a lei não passe. O argumento para derrubá-la? As pessoas podem se conectar à rede do vizinho por engano, dizem os representantes do comitê que discute o assunto. Certo. Mas que atire o primeiro ponto de acesso quem nunca navegou por uma rede aberta numa hora de emergência.

Lembra das táticas de warchalking e wardriving, em que se marcavam nas ruas as redes abertas? Agora, ninguém precisa mais disso. É só ligar o notebook e procurar. Mas a essa altura só deixa a rede aberta (ou com senha default) quem quer. Será que é motivo mesmo pra cadeia? Em alguns casos, periga rolar uma prisão perpétua…

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O que é Bilhetagem Eletrônica

março 28, 2008

O que é

A bilhetagem eletrônica consiste na substituição dos meios de pagamento tradicionais (dinheiro, Vale-Transporte em papel, fichas etc) por meios eletrônicos de pagamento para o transporte de passageiros. Isso é feito utilizando equipamentos eletrônicos, chamados validadores, instalados nos ônibus e terminais de embarque para debitar as passagens.

Nos sistemas de bilhetagem eletrônica modernos, os passageiros pagam as passagens utilizando cartões inteligentes: os smart cards do tipo sem contato.

Utilizando cartões smart card , quando o passageiro adquire passagens, o valor pago é gravado no cartão. Quando o passageiro paga a passagem, este valor é alterado no próprio cartão, sendo deduzido o valor da passagem.

Com o saldo gravado no próprio cartão, não é necessário que o validador seja conectado a uma central de processamento para autorizar a transação, o que torna o processo muito mais rápido e econômico.

Os dados de todas as transações também são gravados nos validadores. Em intervalos de tempo definidos pelo gestor da bilhetagem, os dados desses equipamentos são transferidos para um sistema de computador que efetua o processamento das informações para fins administrativos e financeiros. Nesse processo, também são transferidas para os validadores informações operacionais atualizadas, tais como: listas de cartões restritos, tabelas de recarga a bordo, horários das viagens etc.

Os sistemas de bilhetagem eletrônica da Empresa 1 são pacotes completos, incluindo softwares e equipamentos que executam todas as funções da bilhetagem eletrônica, com ferramentas avançadas para o controle e rastreamento das operações com cartões, além de numerosos recursos para gestão do transporte de passageiros.

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A loira do banheiro

março 28, 2008

Sei que às minhas palavras não se dará crédito algum. Consciência disso é o que não me falta. Entretanto, por mais inóxia que pareça ser a minha atitude de alertar o leitor sobre a seriedade do relato infra, devo dizer-lhe que uso a verdade como o meu único lastro.

O ano era 1991. Estávamos, três amigos e eu, numa chácara da simpática Tupã. Não fazíamos churrasco, e sim cachorros-quentes. Sim, inocentes sanduíches, regados a tubaína. Éramos adolescentes espinhentos, que só queriam se auto-afirmar e ser aceitos uns pelos outros. Nada mais que isso.

Pena que não imaginei que a famigerada brincadeira do copo fosse tão perigoso meio de mostrar a própria macheza. Fui eu mesmo quem sugeriu o jogo, a princípio recusado por um dos amigos, que só foi persuadido pelos argumentos do fodidão aqui. Disse-lhe que o além não existia e, caso contrário, nenhum fantasma faria mal aos amigos de um membro do grupo de jovens da igreja – como de fato eu era. Aliás, eu me sentia superior por isso.

E fomos à mesa. Quatro meninos, uma tábua Ouija e um copo. No “jogo”, não aconteceu nada de especial. O copo não se moveu em momento algum por virtude própria. Sei disso porque, nas únicas duas vezes em que ele buscou as letras, fui eu, o malandrão, que o impulsionei. Meus amigos ficaram muito, mas muito assustados. Nutri o medo deles, lembrando-os de que estávamos numa chácara sozinhos e a noite não demoraria nem meia hora para cair de vez. Como resolvi não citar nomes neste testemunho, posso até dizer que um dos garotos chorou a cântaros. Um pecado para a idade e o gênero.

Até aqui, o leitor não deparou com nada de mais. Mas, se tivesse me acompanhado até o banheiro da chácara (que ficava longe da casa), teria presenciado a cena mais aterrorizante de sua vida. E não se trata do pipi do gordinho, como uma piada faceira poderia sugerir, mas de algo muito mais imponente e assustador.

Eu urinava tranqüilo. Ria até. Lembrava-me do choro do medroso. Quando dei a última sacudida no pesado pênis recém-mijado, fui empurrado com inigualável força por alguém. Bati o rosto contra a parede e quebrei imediatamente um incisivo. Naquele minuto, tive a sensação de estar sonhando, como ocorre quando caímos de bicicleta. Tudo parecia em câmera lenta. Uma nesga de razão me avisou que a agressão provavelmente viera do chorão, cuja cobardia – atestada pelas ridículas lágrimas – justificaria um ato daqueles contra um homem de costas e com o pinto na mão. Antes fosse. Antes fosse um amigo… Quando olhei para trás, vi uma mulher loira, com metade do rosto coberta de algodão, esbaforindo-se e gemendo assustadoramente. Quando minhas retinas fixaram aquela imagem e convenceram o meu até então incrédulo cérebro de que eu estava diante da loira do banheiro, fui tomado por um arrepio generalizado, como jamais me ocorreria (até conhecer outra loira, mas a da Tiradentes). Tentei passar através dela, pensando que um espírito não poderia fazer nada contra tanta matéria, mas fui impedido com um tapa na cara. Caí ao chão, onde fiquei por uns três ou quatro minutos, esperando que o ódio daquela mulher se esvaísse a cada chute que ela me desferia nas costas, enquanto gritava escandalosa e proferia algumas palavras incompreensíveis.

Os dois chorávamos. Ela, de ódio de alguma coisa. Eu, de pavor. Cheguei a pensar que não fosse um espectro, já que entre ele e mim deveria – segundo o que os filmes me ensinaram – haver uma barreira intransponível. Como poderia eu ser bicudado por uma alma? Mas quando a vi esvaecer-se, num fade de imagem e som, o mesmo ocorreu com as indagações lógicas.

Voltei à casa da chácara. Expliquei aos meninos que o sangue na boca e as marcas nas costas se deviam a um tombo no banheiro. O chorão riu nesse momento. Decidi não lhes contar nada porque pensara poder invocar aquele ser se pronunciasse a sua maldita designação. Guardei-o trancafiado na minha memória, reinando entre meus piores traumas, até este momento, em que digito – chorando tanto quanto naqueles minutos no banheiro – a narração de um dos piores momentos da minha vida. Decidi denunciar essa coisa porque ontem ela voltou. Levei um soco na nuca enquanto urinava no banheiro de um conhecido bar daqui de Londrina. E não havia ninguém lá além de mim. Só podia ser ela.

Não sei o que vai acontecer comigo agora. Mas sinto-me melhor por poder avisar a todos que o perigo está no banheiro. Sei que parece uma brincadeira, mas peço-lhes que façam como as mulheres: nunca mais mijem sozinhos no banheiro.

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